vá de bike – todo último sábado do mês tem bicicletada, as 9:30am

Vem aí nossa próxima Bicicletada em Resende!!!

AS CICLOVIAS DE RESENDE ESTÃO SAINDO DO PAPEL!!
Mais do que nunca a PARTICIPAÇÃO SOCIAL para que esse projeto se efetive fará DIFERENÇA.
Vamos para as ruas explanar que o CICLISTA também parte do trânsito e por isso se faz necessário a criação de espaços seguros para descolar-se, ou seja, CICLOVIAS!!!
Além de ciclovias, precisamos mostrar (para nós e aos próximos) que a EDUCAÇÃO deve ser uma ALIADA para reaprendermos a compartilhar o espaço urbano de maneira solidária.
A tomada de consciência de que a bicicleta é um instrumento que transforma, pois deixa a vida mais simples e saudável, deve ser difundida para que assim formemos a MASSA CRÍTICA!!!

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Bicicletada Resende INTERPONTES

 

Eles começaram a utilizar a “magrela” por brincadeira de criança e hoje utilizam ela para tudo. Seja por praticidade, rapidez, economia, pelo meio ambiente ou para passear, você também pode usar a bicicleta e encarar o asfalto sobre duas rodas

Publicado em 20/02/2010 | ANGELA ANTUNES - Gazeta do Povo

Veja a matéria completa aqui.

 

Priscila Forone / Agência Gazeta do Povo / Leandro, Gustavo, Elizeu e Natália: bike para todas as horasLeandro, Gustavo, Elizeu e Natália: bike para todas as horas Foto: Priscila Forone / Agência Gazeta do Povo

Como conviver em meio ao trânsito e pedestres?

De acordo com essa galera, além de ter que cuidar – e muito – com os motoristas que não respeitam o espaço dos ciclistas, é preciso observar também os pedestres. “Muitos pensam que quando o espaço é de circulação compartilhada, se trata apenas deles”, conta Leandro. “Até mesmo nas ciclovias, muitos pedestres não abrem caminho”, completa Nina. “Se os pedestres andam na ciclovia, não podemos reclamar. Agora se a gente anda na calçada, eles reclamam”, aponta Natália. A solução é ter confiança em seu espaço e respeitar o próximo – seja nas calçadas ou nas ruas. “Eu ocupo o meu espaço. Se você anda no cantinho e com medo, ninguém vai respeitar você. Você tem que mostrar que está ali”, explica Nina.

Ciclovias esburacadas dificultam o tráfego

Se um motorista se depara com um ciclista na rua, pode pensar que ele está ali por opção. Mas, muitas vezes, os problemas são as más condições das ciclovias e das calçadas. “As ruas têm bueiros enormes e calçadas horríveis. Não é legal ficar incomodando os motoristas, mas, às vezes, não tem outra opção”, conta Leandro. “As ciclovias estão todas esburacadas, e algumas são muito pequenas. E aí ela acaba do nada, no meio do caminho”, explica Nina.

Maria Miranda, coordenadora do Plano Cicloviário de Curitiba, garante que existe um projeto que tem por objetivo recuperar as atuais ciclovias e implantar novas estruturas cicloviárias, que podem ser ciclovias, ciclofaixas ou pistas compartilhadas. Para colocar isso em prática, está sendo elaborado um plano diretor. “Estamos na fase de conclusão desse plano, que traça as diretrizes para que estas ciclovias sejam melhor distribuídas, com conexões com a rede existente”, avalia.

Para recuperar problemas pontuais, como buracos, Maria garante que basta entrar em contato com a prefeitura. “A manutenção do pavimento é de responsabilidade do distrito rodoviário de cada região. Atendemos aos pedidos da comunidade – se o ciclista vê, ele pode e deve fazer uma solicitação ao 156”, completa.

Economia

A bike chegou na vida dessa turma por lazer. Mas na hora de ir para o colégio, a “magrela” ganhou uma nova utilidade. “Eu guardava esse dinheiro (do ônibus) e ia de bicicleta. Sempre odiei ônibus”, conta Nina Kaspchak, de 17 anos. Leandro Scholz, 20, começou a usar a bike para tudo aos 13 anos. “Tudo que eu precisava eu fazia de bicicleta”, diz. Além de não gastar combustível, Leandro garante que a manutenção da bike é algo bem fácil. “Com o carro, você tem que ir ao mecânico gastar dinheiro. Na bike, você aprende a mexer sozinho”, conta.

Liberdade

Quem usa a bike tem mais liberdade. “Você faz o seu próprio caminho”, resume Elizeu Greber Filho, 19. “Você se sente dentro da cidade”, garante Leandro. O carro, no fim das contas, fica guardado para viagens ou imprevistos. “Eu só ando de carona”, reforça Natália de Medeiros Costa, 20. Para Marc Olaf Thiessen, também 20, a bike é a melhor opção. “Não tenho vontade de andar de carro”, garante.

Praticidade

Andar de bike em Curitiba significa chegar mais rápido ao seu destino. “A gente sempre chega antes que o pessoal de carro”, brinca Natália. E não é só isso – apesar de ter que cui dar com o lugar em que vai esta cionar a bike (veja mais no box ao lado), a solução é sempre mais simples. “Se você está de carro e vai ao shopping, tem que ficar um tempão procurando vaga”, reitera Gustavo Roos, 20 anos.

Esporte

A bike é um grande exercício físico – ideal para os jovens que não têm vontade de encarar uma academia. “Eu não faço nenhum outro esporte”, garante Nina. E para os mais empenhados, dá até para embarcar de forma profissional. “Os jovens participam cada vez mais das competições”, conta Leandro. E você, vai ficar fora dessa?

Priscila Forone / Agência Gazeta do Povo

Priscila Forone / Agência Gazeta do Povo / Para Gustavo, de bicicleta se chega sempre mais rápido ao destino

Para Gustavo, de bicicleta se chega sempre mais rápido ao destino

Anote!

Veja tudo o que você precisa saber antes de subir na bike:

Bicicleta ideal

A bicicleta ideal nem sempre é aquela com mais marchas ou o lançamento do momento. “Depende da idade, do estilo da pessoa, seus costumes e do tipo de atividade que ela vai fazer com a bicicleta”, explica Gustavo Laynes, gerente da loja especializada Bike Tech. Leandro Scholz também dá a sua dica. “Não precisa ser ‘a boa’, mas tem que ser uma que se encaixe em você”, garante.

Mudança

Para Leandro, o ideal para que mais pessoas andem de bike é não ver o meio de transporte apenas como lazer. “Os pais pensam assim, e ensinam isso aos filhos desde o começo da infância. Se a pessoa aprende que bicicleta é para andar no parque, ela vai demorar para amadurecer a ideia e tentar usá-la no dia-a-dia”, pondera.

Dicas

O tradutor Gabriel Nogueira, de 28 anos, é usuário assíduo da bicicleta no seu cotidiano. Por isso, ele dá algumas dicas para a galera que vai embarcar nessa:

> “Ciclistas que pedalam até 20 km/h devem utilizar a calçada. Em ritmo mais forte, deve usar a rua”.

> “Lembre-se que uma vez na rua, você é invisível. Certo ou errado, você é o mais frágil na equação do trânsito. Confira o cruzamento antes de seguir em frente!”

> “Sinalize as suas intenções e só execute conversões ou mudanças de faixa uma vez que você tenha certeza de que foi visto.”

>  Participem de movimentos Pró bicicleta ! Assim sua cidade tem mais chances de ver essa modal !

O Trânsito e a Bicicleta

 

O aumento significativo do número de veículos particulares está causando um sufocamento em Resende. A cidade está cada vez mais poluída e congestionada, as vias cada vez mais perigosas e “rápidas”. Sinaleiros, avenidas, e pontes favorecem visivelmente o motorista. Alguns semáforos ficam 90 segundos abertos para os carros 15 para o pedestre, o privilégio que a prefeitura e a cidade dão para o carro é escancarado. Existem alguns projetos que visam melhorar a vida do ciclista em Resende, mas de longe não é o suficiente.

 

O que se gasta para melhorar as vias para os automóveis é absurdamente maior que os gastos para melhorar a mobilidade dos pedestres e ciclistas (investir em vias para os veículos particulares é um incentivo ao uso dele, ou seja, a tendência é aumentar o numero de carros, congestionamentos, poluição e menos espaço para os transeuntes da cidade).

Em uma cidade do tamanho de Resende cairia muito bem transportes para pequenas viagens (até 10km), que são tranquilamente feitas por uma bicicleta. Mas o que se vê é o aumento de vias para os carros e uma diminuição do espaço para outros meios de locomoção. Existem pouquíssimos quilômetros de ciclovias e ciclofaixas, em 2008 havia 4 km, agora deve ter uns 6, que começam em lugar nenhum e acabam e outro lugar qualquer, sem nenhuma interligação. E para piorar a situação a prefeitura recebeu em 2008 o valor de 2,5 milhões de reais do governo federal e ainda ia contribuir com uma contra partida de 250 mil Reais, para fazer uma ciclovia do Campos Elísios até a Cidade Alegria. Eu não vi, se alguém viu, me conte.

Nota-se que existem muitos ciclistas na cidade e nos arredores, falta uma infra-estrutura capaz de atender essa modal, o que aumentaria a segurança e consecutivamente o número de ciclistas na região.

Já está comprovado que a bicicleta é o meio de transporte mais eficiente para as cidades. Em desafios intermodais, vários tipos de transportes são utilizados para chegarem ao mesmo local com distância de uma média de 6 km (Em SP ela foi mais rápida que o helicóptero e virou notícia mundial). De todos os seis desafios feitos, três em São Paulo e três em Curitiba, a Bike foi campeã. É a mais rápida, ecológica, econômica e pode trazer saúde para quem está pedalando. Sem poluição sonora nem atmosférica.

Resende precisa de uma atitude agora! Antes que fique ainda mais difícil. Temos que incentivar o uso de meios de transporte sustentáveis aliado ao uso racional do carro particular. O comodismo está destruindo o planeta.

Em todas as vias que estão acontecendo alterações deve-se pensar em implantar ciclofaixas e ou ciclovias, para criar uma rede cicloviária funcional. Também é indispensável aumentar o espaço para o pedestre (uma pequenina calçada cheia de obstáculos como postes, placas, buracos etc. Mal dá para chamar de calçada) e melhorar o sistema público de transporte.

Vamos mostrar que existe muita gente a favor da bicicleta. Colabore e venha participar da BICICLETADA DE RESENDE.

TODO ÚLTIMO SÁBADO DO MÊS
com concentração às 9:30 da manhã e saída às 10:00 no início do calçadão, no relógio em frente a Bady.

As Bicicletadas que acontecem no Brasil foram inspiradas pelo “Critical Mass” – Massa Crítica, onde ciclistas se juntam para reinvidicar seu espaço nas ruas. Os principais objetivos da Bicicletada são divulgar a bicicleta como um meio de transporte, criar condições favoráveis para o uso deste veículo e tornar mais ecológicos e sustentáveis os sistemas de transporte de pessoas, principalmente no meio urbano.
A Bicicletada, assim como a Massa Crítica, não tem líderes ou estatutos, o que leva a variações de postura e comportamento de acordo com os participantes de cada localidade ou evento.

O maior mote da Bicicletada é “um carro a menos”, usado principalmente para tentar obter um maior respeito dos veículos motorizados que trafegam nas ruas saturadas das grandes cidades.

Pelo fim da imobilidade na cidade, pela convivência entre os seres humanos, pelo resgate do espaço público e pelos direitos dos transeuntes.

Vamos fazer de Resende, um exemplo em mobilidade.

Pode vir de skate, patins, qualquer outro meio de transporte que use a força humana como combustível.

Um protesto bem humorado.

É uma pedalada tranquila, não é uma corrida.

“Aqui todos são vencedores”

Tiê Passos da Silva

 

No local de sempre (no calçadão em frente a bady). Concentração as 9:30, saída as 10:00.

Qualquer veículo a propulsão humana pode vir.

Reconquistando o espaço !

Vá de Bike

Bonde do Pedal em Sampa

Primeira parte do documentário Bonde do Pedal (2010) produzido para a série Hiper Real pelo cineasta Kiko Goifman (33, Filmefobia). O programa retrata o movimento social Bicicletada e a experiência de paulistanos que trocaram o carro e o transporte público pela bicicleta como principal meio de transporte na cidade. Os relatos apresentam a bicicleta como um importante fator de transformação na vida dos entrevistados em diferentes aspectos, como

aproveitamento do tempo, saúde, humor, produtividade, relacionamento interpessoal e até em seus pontos de vista sobre a cidade, seus habitantes e seus problemas.

Pode-se ver melhor aqui.

Segunda parte

Pode-se ver melhor aqui.

Encontrado no Pedalante.

via bicicletada curitiba

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